Entenda como é feita a cirurgia a laser de pedra no rim.
A pedra no rim, litíase urinária ou cálculo renal – é muito comum e atinge cerca de 10% da população mundial. E no verão, estação favorita do brasileiro, acende o alerta para a alta incidência de pedras nos rins 30% maior que em outros períodos do ano. Isso acontece, pois há o aumento da transpiração sem a hidratação adequada para supri-la. De acordo o departamento de Endourologia e Calculose da SBU estima-se que 1 em cada 10 pessoas no Brasil sofra de pedra no rim. Essa condição é mais comum nos adultos jovens, entre os 20 a 35 anos e mais frequente em homens. Cerca da metade destas pessoas terão um novo episódio de cálculo ao longo dos 10 anos seguintes e por isso a prevenção é muito importante.

Boa parte da prevenção está associada à adoção de hábitos saudáveis, como por exemplo:

– Beber de dois a três litros de água por dia;

– Diminuir o consumo de sal;

– Fazer atividades físicas e perder peso;

– Diminuir o consumo de proteína animal, como carnes, especialmente as não brancas, miúdos e mariscos, especialmente para quem tem problemas com o ácido úrico;

– Aumentar a ingestão de sucos cítricos, que protegem o corpo da formação de cálculos renais.

Um dos tratamentos cirúrgicos para a solução da pedra no rim é ureterorrenolitotripsia flexível – uma câmera, fina e flexível é introduzida através da uretra, passa pela bexiga e alcança o rim. Esse aparelho é controlado pelo cirurgião e permite olhar para cima, para baixo, para direita e esquerda, ou seja 360 graus. O procedimento é pouco invasivo e recuperação rápida, em média 3 dias. A cirurgia foi realizada numa idosa de 80 anos, as pedras nos rins obstruíam a passagem da urina, provocando inclusive infecções urinárias.

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